Meu Bolg

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Prioridade sim, quem sabe amanhã você, primeiro eu vou cuidar de mim...

"Solitária posso ser, aos olhos de quem me vê.
Mal sabem entender, o quanto eu sei me bastar!
Enquanto tiver a mim mesma, sei que jamais estarei sozinha
Eu jamais me abandonaria.
Nem ouso me desfazer de tão ilustre companhia.
Prioridade sim, quem sabe amanhã você, primeiro eu vou cuidar de mim...
Sua percepção errônea, vai entender como orgulho
Mas na minha versão distorcida isso se chama amor próprio!"

Autoria: Ana C. Miranda

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Escuridão

"No mundo das sombras, a visão é uma ferramenta banal, despresível e inútil.
Sabe aquela venda dos olhos que muitos se recusam a tirar? Então, isso é viver na escuridão.
Mas não se compadeçam dessas pessoas. A cegueira não é aquela que preenche os olhos, a cegueira está na alma.
Sim, a realidade nos mostra diferentes desafios, cada vez mais complexos. Uma infinidade de injustiças e crueldade. Mas, a grande maioria fecha os olhos para essa realidade.
Não me refiro a cegueira daqueles que por motivos múltiplos, não são capazes de enxergar,  pois esses enxergam com o coração. Porém, aqueles que possuem o dom de ver e se negam á esse privilégio, esses sim, são dignos de nossa piedade.
Egoístas, poderosos, individualistas... adeptos dessa cegueira opcional.
Maldita escuridão que domina o mundo e cega a visão das pessoas. Não há mais vida, tudo está se desbotando, cada vez mais cinza, cada vez mais negro.
Sem sombras nos olhos, eu me atrevo á dizer: Benditos aqueles que se refugiam na escuridão, porque assistir o mundo, é torturante demais!!!
Uma luz que se apaga, é mais um olho que se fecha. Colorido borrado de tons vivos desbotados, é assim que o mundo reflete em meus olhos, é essa a realidade que assisto diariamente, como numa tela de cinema preto e branco, cada vez mais cinza, cada vez mais negro."

Autoria: Ana C. Miranda

Passagens

"Até hoje, ela volta a ler as páginas preferidas do diário que escreveu a mão. E sorri."

terça-feira, 24 de agosto de 2010

O mouro de Veneza!

Otelo, o mouro de Veneza é uma obra do magnífico William Shakespeare, poeta, escritor, crítico e autor de maravilhosas peças teatrais, como Otelo.
Nessa obra, Shakespeara aborda temas como racismo, preconceito, cíume, inveja, ódio e traição.
Essa obra, apesar de muito antiga é ainda muito popular nos dias atuais, pois aborda temas rotineiros de nosso cotidiano.
O sempre dramático Shakespeare, cria um cenário destruidor ao final dessa peça, mas tipicamente lindo.
A história se passa em Veneza e resume um romance entre Otelo, um mouro que serve ao reino de Veneza e Desdêmona, sua bela esposa.
Desdêmona é uma figura dotada de muita graça e beleza, cobiçada por muitos homens de Veneza, mas o veneno de Iago (seu sub-oficial), que nutre um amor impossível por Desdêmona e uma inveja mortal de Otelo leva a uma série de armações e golpes baixos para separar Otelo de sua esposa.
Influenciado por Iago, Cássio (seu tenente) passa a ser seu cúmplice involuntário, iludido pela ideia de um dia ter Desdêmona como sua esposa. Cássio se volta contra Otelo, e auxilia Iago no objetivo de separar o jovem casal.
O ódio por Otelo, leva Iago ás mais terríveis e ambiciosas armações para separá-lo de Desdêmona. Ele insinua e convence Otelo de que Desdêmona estaria mantendo um caso secreto com Cássio. Convencido da traição de sua esposa e tomado por raíva, Otelo se ve perdido em relação a qual atitude tomar.
O rancor desmedido de Iago, orienta Otelo a tomar a pior das decisões, descontrolado de ciúme, Otelo entra no quarto e asfixia Desdêmona, tirando sua vida.
Ao saber do assassinato de Desdêmona, Emília esposa de Iago e cúmplice em algumas de suas tramóias, revela a Otelo que tudo não passara de uma armação de seu marido e que Desdêmona jamais lhe fora infiel. Arrependido e amargamente arrasado, Otelo apunhalou-se caindo sobre o corpo de sua amada e beijando sua esposa a quem tanto amara.

Otelo, o Mouro de Veneza (no original, Othello, the Moor of Venice) é uma obra de William Shakespeare escrita por volta do ano 1603.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Garota estúpida!

Garota estúpida senta na escada de um subúrbio qualquer, sozinha num cenário escuro. Enquanto pensamentos habitavam sua mente ela se via cada vez mais próxima de lembranças indesejáveis das quais somente queria esquecer. Enquanto a miragem das lembranças lhe fizessem companhia, solitária ela não poderia prevalecer.
Pobre garota estúpida, quis provar novos venenos, alçar novos e arriscados vôos. Ela não pensou apenas se jogou, garota estúpida não pensa.
Com o orgulho cegamente ferido, ela tenta buscar um equilíbrio entre aquilo que foi e a figura estranha em que se tornara. O que seu desejo incontrolável por mudanças fizerá com sua antiga imagem. Garota estúpida, no que se transformou?
Atordoada, ela buscava culpar qualquer motivo que fosse para não ferir de remorsso a si mesma, pelo fracasso de suas próprias vontades. Traidoras eram as suas vontades, mortais tornaram-se seus desejos. Lutando contra as próprias lágrimas, ela teimava em não as deixar cair. Garotas estúpidas não choram.
Se pudesse, refugiava-se numa loucura qualquer, abandonaria a si mesma. Qualquer invenção de personalidade, seria melhor do que enfrentar a estranha figura em que havia se tornado. Garotas estúpidas não fogem.
E agora garota estúpida, qual caminho seguirá?
Num ato impensado de desespero tentou matar de dentro de si aquela estranha que a habitava. Garota estúpida, suicidara-se!
Garota estúpida deitada na escada de um subúrbio qualquer, sozinha num cenário escuro. Agora nem pensamentos lhe faziam companhia, ela enfim se livrará de todos eles!

Autoria: Ana C. Miranda

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Viver, viver, viver!

Pedaços de mim deixei cair, pedaços que me arrancaram, hoje não me fazem falta.
Em cada esquina um tapa, á cada certeza milhares de dúvidas, á cada passo á frente uma infinidade de caminhos.
Será mesmo que viver é uma luta jamais vencida contra aquilo que chamamos de vida?
Quantas vezes ao cair pensei que não mais conseguiria levantar, e me levantei mais forte, outras mais frágil, mas jamais desisiti de tentar me reerguer. Milhares de golpes me derrubaram ao longo do caminho, tempestades, ventanias violentas feriram fundo flagelando a minha alma.
Espantada com a quantidade de vezes em que caio e me levanto, paro, reflito e me faço a mesma pergunta: Quanto tempo mais serei capaz de suportar as minhas quedas, minhas feridas?
E o que eu sei sobre o que é viver?
Eu nada sei, e quando penso que sei, uma pequena mudança nos fatos me esfregam na cara que eu realmente nada sei, definitivamente eu não sei.
Sou apenas uma aprendiz mundana que aos tombos e derrotas, se transforma num ser humano mais maduro, mas essa maturidade tão insignificante não me dá o direito de saber o que é viver. Afinal, qual será de fato a idade do saber?
A vida, a minha, a mais misteriosa e intrigante possível não me deixa nenhuma certeza sobre o que será do meu amanhã. Meus medos me fizeram mais forte, e minhas feridas me deixaram mais segura. Milhares de acontecimentos me fizeram melhor ou pior até chegar aqui.
Eu sou aquilo que vivo, ou vivo aquilo sou?
Essa minha atitude egoísta de querer compreender, algo de tão pouca compreensão faz de mim uma coitada, uma pobre coitada.
Talvez viver seja isso, o quanto você aguenta apanhar e levantar, o quanto você consegue suportar os tapas que a vida vai te dar.
Vou viver, e se no meio do caminho eu me perder, perdoe-me, faz parte do meu não saber.
Vou viver, com ou sem respostas, eu vou viver!!!


Autoria: Ana C. Miranda

domingo, 15 de agosto de 2010

Minhas regras, sou eu quem faço!

Houve um tempo em que me dediquei desesperadamente á fugir das criticas, dos olhos que tanto me condenavam. Fazendo de conta que era perfeita, perdida e insegura no meu universo inventado.
Muitas vezes é bem mais fácil se desviar de certos comentários, do que dar a cara pra bater se mostrando como tal realmente é.
Pessoas são distintas, pessoas são maldosas, exageradamente bondosas, pessoas são imprevesiveis, ou pateticamente previsiveis, pessoas são pessoas. Eu sou uma pessoa.
O que ocorre num mundo de realidade tão cega é que nos deram modelos, nos deram "heróis", nos deram exemplos, tendências e uma lista infinita de erros e acertos, de justo e injusto, de bem e de mal. Nos transformaram em seres alienados e robotizados, nos empurraram doses e mais doses de suas centradas regras garganta á baixo, regras que até hoje somos forçados a engolir. Nos disseram como ser, como viver, o que fazer e o que sentir.
Regras, estou tão cheia delas, seus exageros e suas doses intermináveis me causam uma terrível indigestão. É isso, eu estou ansiada, indigesta de tanto engolir tais regras. Nos deram uma versão decorada sobre o que é ter ética, sobre o que é agir com ética. Mas nunca nos perguntaram onde estaria, de fato, a nossa felicidade.
Afinal, quem se importa?
Poucas pessoas são capazes de enxergar, e muitas se negam a enxergar, porque as vezes, ser feliz custa tão caro, e poucos estão dispostos a pagar esse preço.
FELICIDADE é uma virtude dos corajosos, insanos, loucos, independentes de si mesmos.
FELICIDADE é pra quem sabe quebrar regras, pra quem ama correr riscos, pra quem supera seus próprios medos.
FELICIDADE é pra quem luta, pra quem conquista, pra quem merece. È pra quem enfrenta os tantos preconceitos de cabeça erguida, pra quem dá a cara pra julgar.
Covardes são infelizes. Não passam de uma imagem sorridente para o mundo, mas amarga dentro de si mesmos. Quem não abandona as regras, nunca saberá de verdade desfrutar o sabor de uma felicidade plena, aquela que vem de dentro e se reflete por fora.
Fácil é obedecer regras e viver de acordo com certos preceitos. Dificil mesmo é estufar o peito, cuspir na cara dos julgadores e dizer: Eu sou assim, e me orgulho muito do que me tornei!
Aprendi a me revelar como sou, sem vergonha de mim mesma, sem medo de sofrer julgamentos e nem aí pra esse teatro todo que nos ensaiaram. Esse tipo de espetáculo ensaiado eu tô dispensando, já tem palhaço demais nesse circo, e a minha felicidade é coisa séria, eu tenho todo direito de viver o meu próprio espetáculo e de ensaiado, ele não tem nada.
E quem disse que eu não sigo regras?
Eu criei as minhas!!!!


Ana C. Miranda

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Canções que traduzem sentimentos



Here Without You
(Aqui Sem Você)
Cem dias me fizeram mais velho
Desde a última vez que vi seu lindo rosto
Milhares de mentiras me fizeram mais frio
E eu não creio que possa te olhar do mesmo jeito.
Mas todas as milhas que nos separam
Elas desaparecem agora enquanto estou sonhando com seu rosto.

Estou aqui sem você amor
Mas você continua em minha mente solitária
Eu penso em você amor
E sonho com você o tempo todo
Estou aqui sem você
Mas você continua comigo nos meus sonhos
E esta noite só existe você e eu.

A distância continua aumentando
Enquanto as pessoas deixam de se falar
Dizem que esta vida está sobrecarregada
Mas espero que isso melhore com o passar do tempo

Estou aqui sem você amor
Mas você continua em minha mente solitária
Eu penso em você amor
E sonho com você o tempo todo
Estou aqui sem você
Mas você continua comigo nos meus sonhos
E esta noite, somos só você e eu
E esta noite garota, somos só você e eu.

Tudo que eu sei, e qualquer lugar aonde eu vá
Isso se torna mais difícil, mas eu não vou desistir do meu amor
E quando o último cair, e quando tudo estiver dito e feito
Isso se tornará mais difícil, mas eu não vou desistir do meu amor

Estou aqui sem você amor
Mas você continua em minha mente solitária
Eu penso em você amor
E sonho com você o tempo todo
Estou aqui sem você
Mas você continua comigo nos meus sonhos
E esta noite, somos só você e eu
E esta noite garota, somos só você e eu.

Letra e vídeo 3 Doors Down

Nostalgia ensaiada

Nem me diz aonde vai, desprende-se de mim...
Rouba todos os meus sentidos, e me assalta o que tenho de mais precioso.
Foge do meu alcance, faz chorar meu coração...
Sonhos te dei, sem nada cobrar. Diz-me saudade se um dia á de voltar!

Autoria: Ana C. Miranda

Universo pessoal, minha realidade utópica e ideológica!

Sonhos de que sou feita. Ilusões que crio para sobreviver às armardilhas da vida;
Vida que me permite sonhar, e no meu mundo de faz de conta, minha mente pode voar;.
Mente que me guia pelo mundo imaginário, para que as dores dessa vida eu consiga suportar;
Dores que me tomam sem que eu possa evitar, para que á cada novo obstáculo mais forte eu possa me tornar;
Obstáculos que sempre cercam meus caminhos, mas mão me impedem de tentar, pois é com os tombos que aprendo a mais forte sempre levantar.

Autoria: Ana C. Miranda

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Eu escrevo a parte de mim, que as pessoas não conseguem enxergar!

"Escrever me move, escrever me domina. Nada me impede de criar num pedaço virgem de papel, tudo que a minha imaginação mandar.
Sou refém dos meus pensamentos, meus dedos apenas obedecem as frases que meus pensamentos me pedem para formar.
Escrevo porque preciso, porque aprendi que sem as palavras sobreviver eu não consigo.
Vai muito além de um desabafo, é muito mais complexo e ao mesmo tempo confuso o efeito que as palavras exercem sobre mim.
Eu ja nem posso mais me controlar e nem quero mais controlar. Sentimentos tomam conta de mim e não há uma só palavra que meus dedos não possam traduzir.
Sim, é meu vício, a minha saída, meu refúgio, o meu escape da realidade, as vezes tão cruel.
Falta-me o sono, falta-me a consciência, falta-me até a vontade impulsiva para viver, mas nunca, jamais me faltará a inspiração que me motiva a escrever. Inspiração essa, que sustenta o meu vício incontrolável pelas palavras. A mesma inspiração que me induz a uma viagem fantástica no labirinto das palavras, a inspiração que não me permite esquecer que o domínio sobre aquilo que escrevo já não me pertence mais.
Eu já não me pertenço mais, á muito ja deixei de me pertencer.
Escrever é o alívio para minhas dores, o remédio de minha alma, a delícia dos meus momentos, a sensação mais monstruosa que já experimentei.
Crio mundos, pinto sonhos, escondo segredos, mas revelo tantos. Sou tudo que quero ser, ao mesmo tempo e o tempo todo, de todos os jeitos e de tantas maneiras.
Nada além das palavras me fazem companhia. Palavras me movem, me irritam, me acalmam, palavras me consomem.
Escrevo, pois não suportaria a vida num mundo onde não houvesse nada para escrever.
Eu escrevo a parte de mim, que as pessoas não conseguem enxergar."

Autoria: Ana C. Miranda

domingo, 8 de agosto de 2010

Quem sou eu?

As vezes me sinto uma profunda conhecedora de mim mesma que chego a me surpreender.
Quase sempre, não passo de uma completa estranha para mim mesma. Um enigma humano, um mistério indecifrável.
Sou sempre tão acostumada a ser perdida sobre minha própria identidade, e é estranho como isso não me incomoda.
O que realmente me assusta, é o fato de "as vezes" me conhecer de verdade, pois não saber faz parte da rotina monótona do meu eu.
As vezes "me sou" com tanta certeza, e isso provoca um verdadeiro caos dentro de mim, que chego a me esquecer que por segundos eu soube seguramente quem realmente era.
Eu não passo de uma eterna desconhecida para mim mesma.
Para muitos o auto-conhecimento é uma busca eterna e pesada, mas não para mim.
Eu não saberia viver de outro modo, pois o motivo que me faz querer estar viva está nas tantas respostas que vivo buscando para a eterna pergunta sobre quem sou eu de verdade!

Autoria: Ana C. Miranda

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Confusão existencial

Meu lado emotivo e racional são inimigos incontestáveis. Eles provocam uma confusão enorme dentro de mim, e não me dão se quer uma única chance de defesa.
Eles vivem em guerra com a minha consciência, como se um quisesse ter total domínio sobre o outro.
Loucura mesmo, é ter que escolher qual dos lados seguir. Escolhas que faço com o coração, mais tarde me cobram a razão.
Bendita seja a insanidade, que não precisa de justificativas sobre seus atos e comportamentos. Pobres lúcidos como nós, temos que assumir as consequências por dar ouvidos a essas duas grandes rivais, que sei lá por qual razão, fazem parte do conjunto de nossa própria existência.
Grita coração, mas minha razão me impede de te escutar!

Autoria: Ana C. Miranda

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Apenas saudade

Lembranças tantas guarda esse coração.. E não há mais espaço para a saudade que nele habita, então ela transborda através de lágrimas derramadas incontrolavelmente.
Não me ensinaram, mas aprendi que a saudade precisa da distância para crescer, da ausência ela se alimenta e na fraqueza ela se fortifica.
Saudade é ter distância como presença, é querer voltar atrás e não poder.
Saudade é sofrimento, é aprendizado, é recordar.. recordar algo que não se pode esquecer, ou não se quer esquecer!
A saudade é mais, muito mais que a incontrolável esperança de um reencontro, é bem mais que o desespero de querer de volta algo que se perdeu.
Saudade é o que fica de quem não fica, é ter que lutar contra o próprio orgulho ou vencer-se por ele.
Não se explica a saudade, saudade a gente sente, a gente vive.. e até luta, mas quem pode vencê-la?
Todos são capazes de dominar uma dor, exceto aquele que a sente.. seria patético tentar descrever o peso da saudade que carrega um coração solitário.
Nenhuma ciência é capaz de definir, só entende de saudade aquele que quis ter e não teve ou aquele que teve e perdeu...
Saudade é ter e perder, é querer e não esquecer. Ela nasce na presença e se torna grande na ausência, ela é traduzida pelo riso ou pela lágrima no momento da recordação.. Ela nasce, cresce, vive e nos acompanha mesmo contra nossa vontade, é como uma sombra que carregamos, não tem hora pra chegar e nem pra ir embora. É dor, é memória, é lembrança de uma vida que sempre deixa sua história.
É a saudade que mora em mim, a mesma que te deixa assim, é dor e é lembrança, é espera que não tem fim!

Autoria: Ana C. Miranda

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Para emocionar...

Galera, quem nunca assistiu o clássico filme: Cidade dos anjos.
Lindo, surreal, perfeito, de arrepiar e derreter até mesmo os mais duros dos corações!
Então, separei pra vocês alguns trechos mais marcantes do filme na minha opinião. Palavras de muito bom gosto e recheada de emoção, espero agradar vocês também.
"Eu desistiria da eternidade para tocar você. Pois sei que de alguma forma você me percebe.
Você é o mais perto do céu que eu posso chegar, e eu não quero voltar para casa agora...
O único gosto que sinto é o deste momento e tudo que tenho para respirar
É seu amor.
Por que cedo ou tarde isto pode acabar. Hoje a noite, não te deixarei ir...
Eu preferiria...
Sentir o cheiro de seus cabelos, dar um beijo em sua boca...
Tocar uma vez em sua mão...
A passar a eternidade sem isso!!!"

O trecho abaixo, o Saulo cita antes da música "Anjo" gravada pela Banda Eva, que fica ainda mais linda na voz do cantor. Eu particularmente A-D-O-R-O!!!

"Hoje eu acordei mais cedo e fiquei te olhando dormir, imaginei um tão suposto medo para que tão logo, eu pudesse te cobrir.
Tenho cuidado de você todo esse tempo, você esta sobre o meu abraço, sobre minha proteção, tenho visto você errar, crescer, amar e voar, você sabe onde pousar.
Ao acordar, já terei partido. Ficarei de longe, escondido.
Mais sempre perto, de certo, como se eu fosse um humano vivo, vivendo pra te cuidar, te proteger, sem que você possa me ver, sem saber quem sou. Sem saber se sou seu anjo ou se sou o teu amor."

Pra quem se interessar, fica a dica do vídeo. Confiram!!!

Sorrir!!!

Sorrir com os lábios, sorrir com os olhos... mostrar os dentes. Sorrir para a vida, sorrir para o mundo.
Sorrir sem querer, ainda que sem motivo.

Sorrir para alegrar um coração, para aliviar a pressão, sorrir para disfarçar uma dor.
Sorrir por tudo, e por nada, de todos os jeitos e pelos mais estranhos motivos...
E mesmo quando não mais existirem razões, o essencial mesmo é nunca deixar de sorrir!!!

Autoria: Ana C. Miranda